Autenticação incompleta
Sem SPF, DKIM e DMARC configurados e alinhados, Gmail e Yahoo rejeitam ou mandam direto para o spam. Desde 2024 isso deixou de ser recomendação e virou requisito.
Antes de mexer em assunto, oferta ou design, existe uma pergunta anterior: a mensagem chegou na caixa de entrada? Auditamos e corrigimos a entregabilidade da sua operação — da configuração de DNS à reputação do IP.
Em 2024, Google e Yahoo passaram a exigir autenticação completa de quem envia em volume. Quem manda a partir de 5.000 mensagens por dia precisa ter SPF, DKIM e DMARC publicados, com o domínio do remetente alinhado ao SPF ou ao DKIM. Também passou a valer um teto de reclamações de spam e a obrigatoriedade de descadastro em um clique.
Em 2026 essa exigência se consolidou como padrão de mercado e se estendeu, na prática, a praticamente todo remetente comercial — não só aos grandes. Domínio sem os três protocolos configurados corretamente vê suas mensagens irem para o spam ou serem rejeitadas na porta.
A boa notícia: é resolvível. E, quando resolvido, o ganho aparece na semana seguinte.
Na prática, quase todo problema de entregabilidade cai em uma destas categorias — quase sempre em mais de uma ao mesmo tempo.
Sem SPF, DKIM e DMARC configurados e alinhados, Gmail e Yahoo rejeitam ou mandam direto para o spam. Desde 2024 isso deixou de ser recomendação e virou requisito.
Endereços inválidos geram bounce; spam traps derrubam a reputação de uma vez. Uma lista comprada consegue queimar um domínio novo em um único disparo.
Sair do zero para 50 mil envios no primeiro dia é o retrato do comportamento de spammer. Reputação se constrói em semanas, com volume crescente.
Quando ninguém abre e alguns marcam como spam, o provedor conclui que sua mensagem não interessa — e passa a filtrar tudo que vem de você.
Email só de imagem, encurtadores de link, excesso de maiúsculas e domínios de rastreio com má fama acionam filtro antes mesmo da leitura.
Uma vez listado em Spamhaus, SORBS ou similares, a entrega despenca. A remoção exige corrigir a causa antes de pedir a retirada — não adianta só solicitar.
A auditoria leva em média cinco dias úteis e cobre quatro camadas. Você recebe um relatório com o que está quebrado, o impacto de cada item e a ordem de correção.
Verificamos os registros publicados no DNS e, mais importante, se eles estão alinhados. Um SPF válido que autoriza um domínio diferente do que aparece no campo "De:" não passa no DMARC — e essa é a falha mais comum que encontramos.
Também checamos o limite de dez consultas de DNS do SPF, que muita empresa estoura sem perceber ao acumular include: de várias ferramentas ao longo dos anos.
DMARC publicado com p=none e esquecido ali por anos. A política none só monitora — não protege contra ninguém falsificando o seu domínio. É o ponto de partida, não o destino.
Consultamos as principais blacklists, o Google Postmaster Tools e o histórico de reclamações. O Google trabalha com um teto de 0,3% de reclamações de spam, e recomenda manter a taxa abaixo de 0,1% — acima disso, a filtragem começa mesmo com tudo o mais correto.
Analisamos a distribuição de engajamento por faixa de tempo, a taxa de bounce dos últimos envios e a presença de endereços de risco. Em quase toda base antiga existe uma fatia grande de contatos que não abre nada há mais de um ano e que só está atrapalhando.
Testamos a renderização em diferentes clientes de email, o peso do HTML, a proporção texto/imagem, os domínios usados no rastreamento de cliques e a presença do cabeçalho de descadastro em um clique.
Rodamos a auditoria completa sem custo. Se o problema for simples, a gente te diz como resolver — mesmo que você não contrate nada.
Publicamos e validamos SPF, DKIM (chave de 2048 bits) e DMARC no seu domínio, com o alinhamento correto entre o remetente visível e o domínio autenticado. O DMARC começa em p=none para coletar relatórios e sobe para quarantine e depois reject conforme os dados confirmam que não há envio legítimo ficando de fora.
Se o caso pede IP exclusivo, fazemos o warm-up de forma gradual: começamos pelos contatos mais engajados, em volume baixo, e subimos ao longo de semanas. Reputação construída assim é sólida — e é sua, não dividida com outros remetentes.
Removemos inválidos, isolamos inativos em um segmento separado e reconstruímos a régua de envio priorizando quem engaja. Costuma ser a mudança que gera o salto mais rápido: base menor, entrega muito melhor.
Quando há listagem, corrigimos a causa primeiro — pedir remoção sem consertar o que gerou o bloqueio só resulta em nova listagem em poucos dias. Depois abrimos o processo de delisting em cada provedor.
Depois de corrigido, o trabalho vira rotina: acompanhamento diário de blacklists, bounces, feedback loops e Postmaster. Entregabilidade não é projeto com data de fim — é manutenção.
O ganho depende de quão ruim está o ponto de partida. Em contas que chegam com autenticação ausente e base suja, a diferença é grande e rápida: as correções de DNS surtem efeito em 24 a 72 horas, e a limpeza de lista aparece no disparo seguinte.
Em contas que já estão razoavelmente configuradas, o trabalho é mais fino — segmentação por engajamento, ajuste de frequência, revisão de conteúdo — e o ganho aparece ao longo de um a três meses.
Chegar na caixa de entrada é condição necessária, não suficiente. Se a oferta não interessa, o email vai ser entregue e ignorado. Por isso tratamos entregabilidade junto com estratégia de fluxos e copy — não como serviço isolado.
Leitura relacionada: o guia passo a passo de SPF, DKIM e DMARC, com os registros comentados linha por linha.
Na prática, quase sempre por uma combinação de causas: autenticação de domínio incompleta ou desalinhada, lista com muitos contatos inativos ou inválidos, IP sem aquecimento, taxa de reclamação alta e problemas no HTML. A auditoria identifica quais delas estão pesando no seu caso e em que ordem corrigir.
As correções de DNS surtem efeito em 24 a 72 horas, e a limpeza da lista aparece já no disparo seguinte. Em contas que chegam com autenticação ausente e base suja, a diferença é grande e rápida. Em contas já razoavelmente configuradas, o trabalho é mais fino e o ganho se acumula ao longo de um a três meses.
Desde 2024, quem envia a partir de 5.000 mensagens por dia precisa ter SPF, DKIM e DMARC publicados, com o domínio do remetente alinhado ao SPF ou ao DKIM, manter a taxa de reclamação de spam sob controle e oferecer descadastro em um clique. Em 2026 isso se consolidou como padrão de mercado para praticamente todo remetente comercial.
Depende do volume. Com volume consistente, o IP dedicado vale porque a reputação construída é sua e não sofre com o comportamento de outros remetentes. Para bases menores, um pool compartilhado e curado costuma fazer mais sentido no início, já que IP dedicado com pouco tráfego demora a construir reputação.
Sim, mas a ordem importa: primeiro corrigimos a causa que gerou a listagem, depois abrimos o processo de remoção em cada provedor. Pedir delisting sem consertar o problema resulta em nova listagem em poucos dias.
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